Nossa dança no portal SEC-BA
Há 8 anos
Somos da comunidade Universidade Federal da Bahia – UFBA, Licenciatura em Matemática, e ora desenvolvemos estudos para a prática pedagógica, na disciplina Estágio Supervisionado, Faculdade de Educação – FACED.
Adam Simões
Amanda Fraga
Carla Danúbia
Cristiane Pedrosa dos Santos
Elaine dos Santos Anunciação
Gledson Paiva Queiroz
Felipe Carlo de Freitas Pinto
Fellipe Antônio dos Santos Cardoso
João Paulo Oliveira Rodrigues
Julio Cesar Fonseca
Madson Xavier
Marcus Vinicius O. L. da Silva
Olenêva Sanches Sousa
Renata Issa Vianna
Roberta Sant’Anna Sacramento
Rosemeire
Tâmara Paiva Santiago
6 comentários:
Vídeos sempre são bons objetos de aprendizagem desde que estejam dentro do contexto e desde que os professores saibam trabalhar com eles dentro da sala de aula. E sobre o ódio coletivo pela matemática existem vários fatores que levam a isso como por exemplo a não contextualização dos assuntos.
A matemática descontextualizada apresentada no vídeo contrapondo-se ao Donald no país da Matemagica foi algo interessante.
Refletir sobre isso é importante, mas convenhamos muito do medo de matemática é produto de uma cultura elitista segundo a qual esta é uma ciência para gênios e (hoje mais comumente propagada) inútil. Isto não é algo pra se derrubar em alguns dias, mas acredito que o importante é dar o primeiro passo.
São dois vídeos em situações contrastantes (não sei se existe essa palavra) pois vemos um ódio extremo da turma do CHARLIE BROWN pela matemática contrapondo a surpresa de Donald ao aprender de forma tão contextualizada. Tento fazer isso no local onde ensino mas os alunos não estão bem receptivos a essa nova metodologia. Por que será?
Porquê será...?
Os vídeos aqui apresentados foram ótimos para comparar idéias tradicionais com as idéias inovadoras.
No primeiro, a matemática apresentada à turma de Charlie Brown, gera um desconforto na turma inteira. Sua apresentação confunde mais do que ensina.
No segundo, Donald é apresentado à magia da matemática. Insere-se no contexto histórico da época. Descobre uma maneira mais fácil para entender, o que ele mesmo diz em sua fala que era para intelectuais. Passando a intagrar-se aos ensinos que tornaram-se contextualizados. É muito difícil, mas o que talvez precisa ser feito seja tão somente, desconstruir o modelo pronto para reconstruir um nova abordagem de metodologia.
Maria
Puxa, Maria José, você acertou em cheio quando disse que o verbo do professor é reconstruir, e até construir outros. Repetir automaticamente o que e o como aprendemos é muito cômodo, mas pode não ser mais interessante às novas gerações.
A animação que aborda a temática “eu odeio a matemática” retrata uma das problemáticas que envolvem as aulas desta disciplina. Isto se deve ao modo como esta é abordada: de forma mecânica; com uma linguagem por vezes incompreensível e descontextualizada da realidade do educando.Tal abordagem se deve a concepção de alguns professores que insistem que este conhecimento, só pode ser alcançado por poucos, os inteligentes.Esta postura se repercute no desestimulo a capacidade de apreensão, reflexão, análise, construção e reconstrução dos educandos quanto aos seus conteúdos , o acaba por gerar medo, ódio e até aversão por esta disciplina.
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